Você faz tudo certo. Segue protocolo. Revisa exames. Ajusta medicamentos.
Mas, nos casos refratários... algo escapa.
E quando esse “algo” escapa, o risco cresce:
E o mais perigoso?
O profissional que não acompanha as novas abordagens terapêuticas acaba ficando para trás. Não por falta de competência, mas por falta de repertório clínico.
Casos difíceis não esperam.
E quando a gente não tem novas ferramentas, eles escapam pelas mãos.